Tempo Comum, em nada comum!
Tempo em que nosso mundo torna-se pequeno! Em nossas casas ouvimos e somos contagiados pelos cantos de alegria, os atabaques, as vuvunzelas... vemos cores exuberantes, povos e etnias diferentes, culturas de muitos continentes e países... A alegria de muitos entra em nossas casas e em nossas vidas. Entram também suas decepções e tristezas, suas lágrimas e dores. Especialmente acolhemos em nós, a figura iluminada, o projeto, a história e a luta de Nelson Mandela. A alegria de ver seu país respeitado, mescla-se com a dor da morte de sua neta. O tempo comum torna-se tempo de paixão, morte e ressurreição que tecem a vida cotidiana, especialmente de nossa mãe África. |