O mistério na vida... Circulando, fluindo... nos elementos, nas estações. Palavra que brota, agir que floresce... A luz pascal que incendeia a festa da existência. A soma dos "ires-e-vires", de homens e mulheres que celebram, se encantam, e se enredam, no cuidado com o mundo, na busca do Reino.

A PALAVRA DE DEUS NO DIA DO SENHOR

11 de junho de 2017

SOLENIDADE DA SANTÍSSIM TRINDADE - ANO A

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1 -Aprofundando os textos bíblicos:     

SOLENIDADE
da Santíssima Trindade,
décimo Domingo do Tempo Comum


1-Aprofundando os textos bíblicos: Êxodo 34, 4b – 6. 8-9; Salmo (Dn 3,52-56); 2 Coríntios 13,11-13; João 3, 16-18:
No Evangelho de João a palavra mundo tem vários sentidos. Geralmente designa a humanidade, encarada como objeto do amor de Deus, ou como uma organização que rejeita Deus e sua revelação. Aqui o sentido é neutro. Toda a criação e a humanidade toda é objeto do amor de Deus. Para o judaísmo e textos do NT, o juízo final deve vir no fim da história. Para João, o julgamento se dá quando a pessoa se encontra na presença de Jesus, especialmente de sua cruz e todavia não o aceita. A fé no nome de Jesus consiste em reconhecer e invocar com confiança o poder da pessoa do Filho de Deus. O nome manifesta a pessoa. A fé é adesão ao Cristo que é reconhecido como revelador do plano do Pai.
A primeira leitura trata-se de uma manifestação de Deus, onde Ele deixa transparecer seu íntimo de misericórdia e fidelidade. O texto deixa transparecer que Moisés tenha proclamado o nome do Senhor, mas também poderia ser que o próprio Deus proclamou seu nome. A manifestação de Deus revela que Ele é amor e perdão e que continua fiel á sua Aliança. A carta aos Coríntios termina com uma fórmula trinitária, a mais trinitária de todo o NT e que entrou como saudação na liturgia eucarística. Esta saudação e o beijo, símbolo da união, permaneceram como herança litúrgica.
2- Atualizando: Deus não é um Deus castigador, mas Comunidade Trinitária de amor. Jesus conhece o interior de Deus e o revela ao mundo. O mistério de Cristo na Igreja só se entende considerando a atuação das três pessoas divinas: o amor de Deus que se manifesta no dom de Jesus Cristo e opera na comunhão do Espírito Santo, que anima a Igreja. Estamos envolvidos no mistério da Trindade. Deus é comunidade e nós devemos ser comunidade à sua “imagem e semelhança” .

3-A palavra de Deus na celebração:  Na liturgia, participamos mais intimamente da comunhão trinitária em nome da qual somos batizados e recebemos a plenitude da vida. Em ação de graças e santificados pelo Espírito, nos oferecemos com Cristo ao Pai e assumimos ser comunicadores da salvação ao mundo.
   4-Dicas e sugestões: Vejam no Dia do Senhor, TC, Ano A, p.297-306.

 

 

> 2 - Atualizando:     Deus não é um Deus castigador, mas Comunidade Trinitária de amor. Jesus conhece o interior de Deus e o revela ao mundo. O mistério de Cristo na Igreja só se entende considerando a atuação das três pessoas divinas: o amor de Deus que se manifesta no dom de Jesus Cristo e opera na comunhão do Espírito Santo, que anima a Igreja. Estamos envolvidos no mistério da Trindade. Deus é comunidade e nós devemos ser comunidade à sua “imagem e semelhança” . Na liturgia, participamos mais intimamente da comunhão trinitária em nome da qual somos batizados e recebemos a plenitude da vida. Em ação de graças e santificados pelo Espírito, nos oferecemos com Cristo ao Pai e assumimos ser comunicadores da salvação ao mundo.

> 3 - A palavra de Deus na celebração:     Êxodo 34, 4b – 6. 8-9; Salmo (Dn 3,52-56); 2 Coríntios 13,11-13; João 3, 16-18: No Evangelho de João a palavra mundo tem vários sentidos. Geralmente designa a humanidade, encarada como objeto do amor de Deus, ou como uma organização que rejeita Deus e sua revelação. Aqui o sentido é neutro. Toda a criação e a humanidade toda é objeto do amor de Deus. Para o judaísmo e textos do NT, o juízo final deve vir no fim da história. Para João, o julgamento se dá quando a pessoa se encontra na presença de Jesus, especialmente de sua cruz e todavia não o aceita. A fé no nome de Jesus consiste em reconhecer e invocar com confiança o poder da pessoa do Filho de Deus. O nome manifesta a pessoa. A fé é adesão ao Cristo que é reconhecido como revelador do plano do Pai. A primeira leitura trata-se de uma manifestação de Deus, onde Ele deixa transparecer seu íntimo de misericórdia e fidelidade. O texto deixa transparecer que Moisés tenha proclamado o nome do Senhor, mas também poderia ser que o próprio Deus proclamou seu nome. A manifestação de Deus revela que Ele é amor e perdão e que continua fiel á sua Aliança. A carta aos Coríntios termina com uma fórmula trinitária, a mais trinitária de todo o NT e que entrou como saudação na liturgia eucarística. Esta saudação e o beijo, símbolo da união, permaneceram como herança litúrgica.

> 4 - Dicas e Sugestões:    Vejam no Dia do Senhor, TC, Ano A, p.297-306.

 

Maria o Carmo de Oliveira e M. Lourdes Zavarez