O mistério na vida... Circulando, fluindo... nos elementos, nas estações. Palavra que brota, agir que floresce... A luz pascal que incendeia a festa da existência. A soma dos "ires-e-vires", de homens e mulheres que celebram, se encantam, e se enredam, no cuidado com o mundo, na busca do Reino.

A PALAVRA DE DEUS NO DIA DO SENHOR

18 de junho de 2017

DÉCIMO PRIMEIRO DOMINGO DO TEMPO COMUM

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1 -Aprofundando os textos bíblicos:     

DÉCIMO PRIMEIRO DOMINGO DO TEMPO COMUM
1-Aprofundando os textos bíblicos:
Êxodo 19, 2-6a  (Deus escolhe um povo para si); Salmo 100(99) (Nós somos o povo de Deus) ; Romanos 5, 6-11 (Deus nos amou quando éramos ainda seus inimigos); Aclamação ao Evangelho: Mc 1,15 – Pregação da Boa Nova - Mateus 9,36-10,8 (Missão dos doze apóstolos)
O Evangelho de hoje situa-se no final dos sinais de Reino (Mt 8-9) e início da missão dos discípulos (Mt 10). Jesus constata a situação do povo e se reporta ao passado do povo de Deus (Nm 27,17; 1 Rs 22,17), como ovelhas sem pastor, à mercê da ganância dos políticos inescrupulosos. O conhecimento da realidade provoca compaixão acompanhada de gestos concretos de serviço ao povo que sofre, os marginalizados e despossuídos. Jesus pede que os discípulos façam o que Ele mesmo fez: curem os doentes, ressuscitem os mortos, purifiquem os leprosos e expulsem os demônios. A missão das/dos discípulos/as de Jesus é continuar sua prática libertadora. O grupo dos 12 não se trata de uma elite fechada; o número 12 recorda as 12 tribos da aliança, símbolo da totalidade e de um povo organizado.
O texto da 1a. leitura é um resumo sobre a aliança do Sinai e prólogo de Êxodo 24, 3-8. Uma “aliança” funda e regulamenta as relações entre grupos humanos. Israel usou essa experiência política para expressar o vínculo que unia o povo a Deus e que unia as tribos entre si. Em primeiro lugar há um apelo à memória dos acontecimentos passados: “Vocês viram o que fiz aos egípcios e como carreguei vocês sobre asas de águia e trouxe vocês a mim.”(v.4) Do passado, passa-se ao presente do deserto(v.5), e depois olha-se para o futuro do povo diante do mundo (vv. 5b – 6a). A aliança faz da vida de Israel um diálogo com Deus, mas não suprime a desigualdade entre os parceiros, pois a aliança é antes de tudo uma resposta à iniciativa absolutamente gratuita de Deus. A obediência à lei da aliança é uma ação de graças, um reconhecimento agradecido daquilo que Deus fez por primeiro. Guardando a aliança, o povo será propriedade pessoal de Deus, reino sacerdotal, nação santa.
2-Atualizando: A realidade de hoje nos mostra multidões abatidas como ovelhas sem pastor. O clamor de excluídas/os é apelo de Deus aos que têm fé para que se comprometam com a libertação de quem foi excluído da terra, da moradia, da saúde. O que nossas comunidades têm feito como gestos de compaixão e libertação para uma abundante colheita de justiça, igualdade e verdade?
3-A palavra de Deus na celebração: Como povo sacerdotal oferecemos ao Pai o sacrifício de adoração e louvor que nos renova em seu amor e nos move a assumir decididamente a missão, tomados pela mesma compaixão de Jesus, diante da grande multidão de irmãos abatidos, cansados e abandonados no mundo em que vivemos.
4-Dicas e sugestões:  Vejam no Dia do Senhor, TC Ano A, p.123- 128.
   1) Valorizar os vários ministérios da comunidade, dando destaque especial aos ministros(as) dos doentes, as benzedeiras, os que trabalham na área da saúde ou com grupos de excluídos.
           2) Nos ritos iniciais, cuidar bem do acolhimento das pessoas. Ajudar a assembleia a se constituir como povo sacerdotal que celebra a ação libertadora de Deus na vida e na liturgia.
          3) Motivar as pessoas a pronunciarem o próprio nome, diante de Deus, ao fazerem o sinal da cruz, no início da celebração.
          4) Valorizar também a participação de casais de namorados na  celebração.
          5)  Dar especial atenção à proclamação do evangelho, que poderá ser concluído com um gesto de carinho e atenção aos doentes e “abatidos” presentes.
          6) Introduzir a profissão de fé, convidando a assembleia a assumir um compromisso concreto junto às multidões abatidas, doentes e cansadas.
          7) Valorizar o momento do envio, nos ritos finais, propondo um compromisso com as situações concretas que na comunidade precisam ser evangelizadas. Após a oração final, lembrar brevemente essas situações e a comunidade dá sua resposta cantando um refrão apropriado como: “Vai, vai, missionário do Senhor”... ou outro.
          8) A bênção final poderá ser acompanhada com água perfumada ou mesmo, com óleo perfumado. Abençoá-lo e ungir a assembleia como sinal da unção batismal, pela qual somos ungidos e enviados, em nome de Jesus para continuar sua missão no mundo de hoje.


M. do Carmo de Oliveira e M. Lourdes Zavarez

 

> 2 - Atualizando:     A realidade de hoje nos mostra multidões abatidas como ovelhas sem pastor. O clamor de excluídas/os é apelo de Deus aos que têm fé para que se comprometam com a libertação de quem foi excluído da terra, da moradia, da saúde. O que nossas comunidades têm feito como gestos de compaixão e libertação para uma abundante colheita de justiça, igualdade e verdade? 3-A palavra de Deus na celebração: Como povo sacerdotal oferecemos ao Pai o sacrifício de adoração e louvor que nos renova em seu amor e nos move a assumir decididamente a missão, tomados pela mesma compaixão de Jesus, diante da grande multidão de irmãos abatidos, cansados e abandonados no mundo em que vivemos.

> 3 - A palavra de Deus na celebração:     Êxodo 19, 2-6a (Deus escolhe um povo para si); Salmo 100(99) (Nós somos o povo de Deus) ; Romanos 5, 6-11 (Deus nos amou quando éramos ainda seus inimigos); Aclamação ao Evangelho: Mc 1,15 – Pregação da Boa Nova - Mateus 9,36-10,8 (Missão dos doze apóstolos) O Evangelho de hoje situa-se no final dos sinais de Reino (Mt 8-9) e início da missão dos discípulos (Mt 10). Jesus constata a situação do povo e se reporta ao passado do povo de Deus (Nm 27,17; 1 Rs 22,17), como ovelhas sem pastor, à mercê da ganância dos políticos inescrupulosos. O conhecimento da realidade provoca compaixão acompanhada de gestos concretos de serviço ao povo que sofre, os marginalizados e despossuídos. Jesus pede que os discípulos façam o que Ele mesmo fez: curem os doentes, ressuscitem os mortos, purifiquem os leprosos e expulsem os demônios. A missão das/dos discípulos/as de Jesus é continuar sua prática libertadora. O grupo dos 12 não se trata de uma elite fechada; o número 12 recorda as 12 tribos da aliança, símbolo da totalidade e de um povo organizado. O texto da 1a. leitura é um resumo sobre a aliança do Sinai e prólogo de Êxodo 24, 3-8. Uma “aliança” funda e regulamenta as relações entre grupos humanos. Israel usou essa experiência política para expressar o vínculo que unia o povo a Deus e que unia as tribos entre si. Em primeiro lugar há um apelo à memória dos acontecimentos passados: “Vocês viram o que fiz aos egípcios e como carreguei vocês sobre asas de águia e trouxe vocês a mim.”(v.4) Do passado, passa-se ao presente do deserto(v.5), e depois olha-se para o futuro do povo diante do mundo (vv. 5b – 6a). A aliança faz da vida de Israel um diálogo com Deus, mas não suprime a desigualdade entre os parceiros, pois a aliança é antes de tudo uma resposta à iniciativa absolutamente gratuita de Deus. A obediência à lei da aliança é uma ação de graças, um reconhecimento agradecido daquilo que Deus fez por primeiro. Guardando a aliança, o povo será propriedade pessoal de Deus, reino sacerdotal, nação santa.

> 4 - Dicas e Sugestões:    Vejam no Dia do Senhor, TC Ano A, p.123- 128. 1) Valorizar os vários ministérios da comunidade, dando destaque especial aos ministros(as) dos doentes, as benzedeiras, os que trabalham na área da saúde ou com grupos de excluídos. 2) Nos ritos iniciais, cuidar bem do acolhimento das pessoas. Ajudar a assembleia a se constituir como povo sacerdotal que celebra a ação libertadora de Deus na vida e na liturgia. 3) Motivar as pessoas a pronunciarem o próprio nome, diante de Deus, ao fazerem o sinal da cruz, no início da celebração. 4) Valorizar também a participação de casais de namorados na celebração. 5) Dar especial atenção à proclamação do evangelho, que poderá ser concluído com um gesto de carinho e atenção aos doentes e “abatidos” presentes. 6) Introduzir a profissão de fé, convidando a assembleia a assumir um compromisso concreto junto às multidões abatidas, doentes e cansadas. 7) Valorizar o momento do envio, nos ritos finais, propondo um compromisso com as situações concretas que na comunidade precisam ser evangelizadas. Após a oração final, lembrar brevemente essas situações e a comunidade dá sua resposta cantando um refrão apropriado como: “Vai, vai, missionário do Senhor”... ou outro. 8) A bênção final poderá ser acompanhada com água perfumada ou mesmo, com óleo perfumado. Abençoá-lo e ungir a assembleia como sinal da unção batismal, pela qual somos ungidos e enviados, em nome de Jesus para continuar sua missão no mundo de hoje.

 

M. do Carmo de Oliveira e M. Lourdes Zavarez