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  16º Domingo do Tempo Comum – ANO A
   
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    Sobre o Ofício Divino  
   
   
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    Uma palavra sobre Ofício Divino
Penha Carpanedo
 
    As Comunidades Eclesiais de Base, valorizam as celebrações como momentos de louvor a Deus em Jesus Cristo e no Espírito, no meio da caminhada da vida e das lutas. Dão testemunho de um louvor que nasce da pobreza e do sofrimento sem deixar de ser amoroso, bonito e cheio de esperança.

No esforço por uma liturgia fiel à tradição, mas com o rosto de nossas raças, têm reconhecido no Ofício Divino das Comunidades (ODC) importante referência de oração. De fato, o Ofício das Comunidades é uma herança que abraça a tradição antiga da igreja e a espiritualidade latino-americana. É uma fonte onde beberam Jesus e as primeiras comunidades cristãs, e onde buscam água ainda hoje muitas pessoas que gostam de orar com salmos à luz da páscoa de Jesus: as CEBs do campo e da cidade. as pastorais da juventude, o povo da rua, os círculos bíblicos, os grupos de novena do natal, etc...

O ofício Divino é uma celebração comunitária da fé, uma liturgia. Por meio dela continuamos a oração de Jesus ao Pai, fazendo memória da sua páscoa nas horas do dia e nas horas da vida, intercedendo com ele, por toda a humanidade, em comunhão todos e todas que crêem.

Qualquer celebração comunitária precisa de um mínimo de estrutura. Em todas as religiões há ritos para expressar as suas crenças. No Ofício das Comunidades a estrutura de cada celebração (ofício) é bem simples: inicia-se com uma invocação de Deus através de versos de um salmo; abre-se para a recordação da vida; propõe-se o hino que explicita o sentido do mistério celebrado; depois vem o salmo; uma leitura bíblica, meditação e partilha; cântico evangélico; preces, pai nosso e oração; e a bênção final. Cada um destes elementos mudam de acordo com a hora do dia, o tempo litúrgico e as circunstâncias da vida. Hoje por exemplo tomamos como referência o ofício da manhã da quarta feira no tempo comum (ODC p. 468), e o adaptamos às circunstâncias deste nosso “décimo primeiro intereclesial das CEBs”.
 
   
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